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Gestão de Viagens Corporativas

Mudança de Planos

Em tempos de economia globalizada, as viagens de negócios ganharam importância e complexidade, sendo a segunda maior despesa das empresas – só perdem para salários. Diante deste cenário, surgiu um novo modelo de negócios, serviços especializados em desenvolver estratégias e políticas de viagens, gerenciar recursos, negociar com fornecedores e educar usuários internos das empresas. Neste novo cenário a Metropol TMC (Travel Management Company) vem desenvolvendo este negócio e aperfeiçoando a cada dia a Gestão Corporativa de Viagens das Empresas.

Veja a seguir como se deu à evolução para esta nova forma de gestão, como funciona e quais são as tendências e desafios para este mercado, e como sua empresa poderá melhorar sua gestão de viagens através da Metropol TMC:

A relação padrão empresa – agência de viagens – companhia aérea ainda existe, mas alterou radicalmente suas funções e forma de atuação. Antes se um executivo fosse viajar, solicitava ao setor de viagens da empresa, este se limitava a transmitir os requisitos do passageiro ao agente de viagens, que por sua vez repassava os dados ‘a companhia aérea, e a única informação que era necessária era a classe a ser emitida a passagem, primeira, executiva ou econômica.

Com a desregulamentação das passagens aéreas veio uma guerra de preços que deixou saudade dos tempos previsíveis do passado. Antes não havia o que gerenciar, a empresa somente dizia onde e quando queria a passagem. O agente de viagens consultava uma tabela oficial que se aplicava sem descontos a todas as companhias aéreas, sob pena de sanção da IATA, órgão internacional que regulamenta a atividade, e a seguir mandava emitir o bilhete. Com a desregulamentação, as tarifas para um mesmo destino passaram de três para uma média de 17 categorias, e os preços ampliaram suas diferenças em até dez vezes. As tarifas passaram então a depender de inúmeros fatores: entre eles, a urgência da emissão e o tempo de permanência. O conceito também passou a se aplicar a hotéis e locadoras de automóveis, dois itens de peso para os provedores de serviços de viagens corporativas.

A pressão dos custos promovida pela livre concorrência obrigou as companhias aéreas a rever o modelo tranqüilo das gordas (e garantidas) comissões pagas ‘as agências, até chegar à suspensão completa desta remuneração, fato que já está acontecendo no mercado brasileiro. Além do fator econômico, no passado pairava sobre as agências uma velha e incômoda questão ética: até que ponto elas eram parceiras dos clientes ? já que quanto maior fosse a conta, maior a comissão recebida do fornecedor. Para completar a já complexa equação, veio a Internet, o e-ticket e a tecnologia de distribuição de passagens, na qual representava 17% dos custos das companhias aéreas. Sendo assim as tradicionais agências de viagens tiveram de repensar o negócio. Foi assim que surgiram as TMCs, empresas especialistas em assessorar as empresas nas suas viagens, e ao mesmo tempo com o fim do pagamento de comissões pagas pelas companhias aéreas e mais provedores de serviços, as agências passaram a cobrar uma taxa pela prestação de seus serviços.

A Gestão de Viagens de Negócios é o nome deste modelo funcional, que redesenhou a relação da Empresa – Agência – Provedor. Para se obter sucesso nesta gestão é necessário acompanhar as seguintes etapas preliminares do processo:

- A empresa precisa saber os seus investimentos em viagens – custos com o item viagens, que se traduzem em qualquer deslocamento sujeito a reembolso da empresa, do táxi ‘a refeição.
- Estabelecer parâmetros e políticas, que é há base de uma boa gestão.
- Definir quem será o responsável deste processo na organização e a que setor irá se reportar.

A Política de Viagens é o documento que dita as regras básicas da administração e do bom relacionamento entre todos os envolvidos: empresa, funcionários, agência e provedores.
Define desde quem pode se hospedar em qual categoria de hotel, como funciona o reembolso das refeições e até se o frigo-bar do apartamento tem sinal verde para guloseimas e drinks ou apenas para água. A mágica da boa política de viagens é conseguir equilibrar as concessões e restrições, devendo ser clara e ter regras bem definidas para todas as situações que possam surgir durante uma viagem, também precisa ser atual, e para isso é necessário estar atento ‘as melhores práticas e aos valores compatíveis com o mercado.

Solicite a nossa consultoria, podemos elaborar um excelente plano de redução para sua empresa.

Atenciosamente
George Mavropoulos
Diretor Comercial
Metropol Viagens e Turismo Ltda.


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